Ter um fundo de emergência é o primeiro passo para a verdadeira paz financeira. Quando um imprevisto acontece — seja um furo no pneu, um problema de saúde ou a perda do emprego — é o fundo que o impede de recorrer ao cartão de crédito ou a créditos pessoais com juros abusivos.
Porque é tão difícil começar?
A maioria das pessoas acredita que só quem ganha muito bem consegue poupar. Isso é um mito. O segredo não está no valor que aufere, mas em como gere o que tem. Veja algumas dicas práticas:
1. Conheça o seu custo de vida
Antes de poupar, precisa de saber quanto lhe custa viver um mês inteiro. Some os gastos essenciais como: renda da casa, luz, água, supermercado, transportes.
2. Defina um objetivo realista
O ideal é ter 6 meses do seu custo de vida guardados. Mas se está a começar, a primeira meta deve ser juntar apenas 1 mês de custo de vida. Foque-se no curto prazo.
3. "Pague-se a si próprio primeiro"
Não espere que sobre no fim do mês para investir. Assim que o ordenado cair, separe 5% ou 10% e invista imediatamente. Esta tática muda completamente o jogo.
Onde deixar este dinheiro?
O fundo precisa de alta liquidez (poder levantar a qualquer momento) e segurança. Boas opções são:
- Certificados de Aforro
- Depósitos a Prazo mobilizáveis antecipadamente
- Contas Poupança não vinculadas (com juros atrativos)
Nunca deixe na conta à ordem se puder render mais, com a mesma segurança noutras opções.