Falar sobre morte ou invalidez não é agradável, mas ignorar essa possibilidade é uma falha gravíssima e irresponsável de quem é a principal fonte de rendimento de uma família. Se tem filhos ou parceiro(a) que dependem do seu ordenado para comer e pagar a renda, não tem escolha: precisa de um seguro de vida.
O Seguro não é um Investimento
Muitos mediadores tentarão vender-lhe seguros "Mistos" ou de "Capitalização", misturando proteção com investimento. Fuja. São caríssimos, as taxas corroem a rentabilidade e as regras de resgate são confusas. A matemática ideal é: separe as águas. Invista o seu dinheiro por conta própria em ETF's ou fundos e faça apenas um seguro de vida tradicional (risco puro), simples e muito mais barato.
O Seguro Temporário e o Crédito Habitação
A melhor opção para a maioria das pessoas é focar o seguro de vida na fase de acumulação de capital e pagamento de dívidas (Crédito Habitação). Não precisa de um seguro milionário aos 75 anos (nessa idade os seus filhos já serão independentes). Precisa da proteção máxima entre os 30 e os 55 anos. Assegure-se de que a apólice cobre não apenas Morte (obrigatório n banco), mas também Invalidez Absoluta e Definitiva (IAD) e Invalidez Total e Permanente (ITP) acima de 60%.
Doenças Graves
Uma boa apólice para trabalhadores independentes também deve incluir cobertura de Doenças Graves com adiantamento de capital. Estar vivo, a precisar de tratamentos caros, enquanto a sua faturação desce a zero, é um cenário financeiramente catastrófico que o seguro deve prevenir.